Sete toneladas de lixo são recolhidos durante mutirão em cemitérios de Joinville

Apenas no Cemitério Municipal de Joinville, foram removidos 160 sacos de lixo

Sete toneladas de lixo são recolhidos durante mutirão em cemitérios de Joinville

Apenas no Cemitério Municipal de Joinville, foram removidos 160 sacos de lixo

Redação

Nesta semana, a Prefeitura de Joinville recolheu cerca de sete toneladas de materiais que podem acumular água em uma ação de vistoria e fiscalização em 14 cemitérios da cidade. A quantidade é suficiente para encher seis caminhões, segundo o coordenador da Vigilância Ambiental de Joinville, Anderson da Silva.

Apenas no Cemitério Municipal de Joinville, o maior da cidade, foram removidos 160 sacos de lixo com capacidade de 100 litros cada um apenas neste local.

O trabalho teve apoio do 62º Batalhão de Infantaria de Joinville e, ao todo, cerca de 100 pessoas estiveram envolvidas nessa ação de combate à proliferação do mosquito da dengue.

A vistoria aconteceu nos cemitérios Cubatão, Pirabeiraba, Rio da Prata, São José, Municipal, Cristo Rei, Nossa Senhora de Fátima, Canela, Rio Bonito, Santa Catarina, São Sebastião, Estrada da Ilha, Cometa e Dona Francisca.

Apesar da limpeza, a prefeitura orienta as pessoas que forem fazer visitas nos cemitérios para cuidarem com materiais que possam acumular água. Exemplos são as embalagens plásticas de flores, os pratinhos de vasos e objetos usados para acender velas.

Os cemitérios são espaços que passam por vistoria dos agentes de combate a endemias frequentemente. Assim como demais pontos considerados estratégicos como borracharias e ferros velhos.

Monitoramento é realizado o ano todo

Outra frente de trabalho são as visitas nas residências, especialmente nos bairros com maior quantidade de focos do mosquito para orientar os moradores sobre como eliminar possíveis criadouros.

O último Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa), realizado pela Vigilância Ambiental de Joinville em março deste ano, 45% dos focos do mosquito ficam localizados em residências. Desta quantia, a maioria estava em recipientes como pratinhos de plantas, potes de água e copos descartáveis.

Outros focos foram encontrados em objetos considerados sucatas, como entulhos que são depositados no fundo de terreno, caixas d’água desativadas, lonas ou plásticos usados para cobrir materiais. Também foram identificados pontos de atenção em piscinas e bocas de lobo.

A Secretaria de Saúde realiza a instalação e acompanhamento de armadilhas além de monitoramento das Estações Disseminadoras, armadilhas implantadas em parceria com a Fiocruz Amazônia.

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