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Aumento de casos de Covid-19 em Joinville não preocupa Secretaria de Saúde; veja números

Secretário de Saúde explica quais ações tem sido tomadas

Aumento de casos de Covid-19 em Joinville não preocupa Secretaria de Saúde; veja números

Secretário de Saúde explica quais ações tem sido tomadas

Bernardo Gonçalves

Com 178.033 mil casos de Covid-19 confirmados desde o início da pandemia até neste domingo, 26, Joinville vive um momento de aumento de pacientes com a doença. De acordo com dados do painel do coronavírus na cidade, os casos confirmados por dia tem crescido diariamente há pelo um mês.

Após um grande número de casos confirmados nos dois primeiros meses de 2022, com média de 808 casos confirmados por dia, o município começou a ter uma queda considerável a partir de 1º de março até o dia 22 de maio. Neste período a média de casos ficou em 88.

De 23 de maio até esta neste domingo, 26, o número de casos diários da doença subiu. Pelo gráfico é possível observar que a quantidade de casos confirmados diariamente oscila, mas a média neste período é de 196 casos.

Entretanto, segundo o secretário de Saúde, Andrei Kolaceke, esse aumento não gera um risco para a saúde pública de Joinville. “Percebemos um aumento discreto dos casos, mas isso não oferece risco como já ofereceu em períodos anteriores”, tranquiliza.

Ele explica que isso se dá, principalmente, por conta da alta cobertura vacinal da população. “Ainda que o vírus permaneça em circulação, por conta da imunização homogênea em todas as faixas etárias, temos uma proteção bem consistente em termos de contágio.”

Para poder ter o controle e saber quais ações tomar, a pasta acompanha com muita atenção o aumento dos casos. Porém, o número de óbitos (2.241) e internações (66% das UTI ocupadas) também são dados importantes para medir o possível agravamento da doença.

Doença se comporta de forma estável, analisa Saúde

Desde o início de março de 2020, quando a Covid-19 chegou em Joinville, a cidade conviveu com picos de casos em diversos momentos. Agora, segundo Andrei, a forma que a doença tem se comportado de forma mais estabilizada, o que se torna algo novo. “Precisamos de um tempo de observação maior desse processo epidêmico para poder identificar se existe um padrão, assim como outras doenças respiratórias”, frisa.

Desta forma, a principal ação do órgão, além de manter a imunização do maior número de pessoas, é acompanhar como a doença se comporta com boa parte da população vacinada. “Sabemos que, como qualquer doença respiratória, no período de frio os casos tendem a crescer. Por isso, estamos sempre observando para saber se é necessário ou não medidas mais incisivas do município, ou do estado.”

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