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JEC vai pedir novo parecer após Justiça arquivar caso do Hercílio Luz

Procurador do TJD-SC entendeu que não houve irregularidade do time no Catarinense

Após Cristiano Rodrigues Mariot, procurador do Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina (TJD-SC), arquivar a denúncia contra uma possível irregularidade do Hercílio Luz durante a primeira fase do Campeonato Catarinense 2023, o Joinville Esporte Clube (JEC) vai solicitar à procuradoria nesta quinta-feira, 16, uma reconsideração do parecer.

“Nesse primeiro momento vamos mostrar à Procuradoria que a informação da CBF não condiz com a realidade, e pedir a reconsideração do parecer”, diz Darthanhan Oliveira, presidente do tricolor, à reportagem do jornal O Município Joinville.

Ainda segundo o mandatário, “este é o primeiro passo a fazer depois da decisão de arquivamento de ontem.”

O pedido deve acontecer em conjunto com o Camboriú Futebol Clube, que foi um dos rebaixados à Série B do estadual e também é um dos principais interessados no caso.

Procurador-geral

Com o pedido do Joinville, quem deve realizar um novo parecer é o procurador-geral do TJD-SC, Mário Cesar Bertoncini.

Em contato com à reportagem do jornal O Município Joinville na manhã desta quinta-feira, 16, Bertoncini informou que, segundo o artigo 74 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), inciso três, “mantida pelo Procurador-Geral a manifestação contrária à denúncia, a notícia de infração será arquivada.”

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Entenda o caso

Na última segunda-feira, 13, Mário Cesar Bertoncini explicou que recebeu informações de que atletas do clube de Tubarão teriam atuado sem contratos ativos no Boletim Informativo Diário (BID) da Confederação Brasileira (CBF), após a transformação do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF).

Visto que se caso confirmada a irregularidade o clube de Tubarão poderia sofrer graves punições, o departamento jurídico do JEC analisou o caso e teria constatado as irregularidades.

Decisão

Após analisar documentos enviados pela Federação Catarinense de Futebol (FCF) e CBF, o procurador Cristiano Rodrigues Mariot decidiu que não há irregularidade a ser apurada no caso, visto que a CBF afirma que os atletas mantiveram seus vínculos com o clube, de maneira ininterrupta, uma vez que todos possuem contrato especial de trabalho desportivo (CETD).


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